“Deixem que haja espaços na vossa união…
Cantem e dancem juntos e sejam alegres,
mas deixem que cada um de vós fique sozinho,
tal como as cordas de um alaúde estão sozinhas,
embora estremeçam com a mesma música…
Fiquem juntos, mas não demasiado juntos:
porque os pilares do templo erguem-se em separado
e o carvalho e o cipreste não crescem à sombra um do outro.”
Cantem e dancem juntos e sejam alegres,
mas deixem que cada um de vós fique sozinho,
tal como as cordas de um alaúde estão sozinhas,
embora estremeçam com a mesma música…
Fiquem juntos, mas não demasiado juntos:
porque os pilares do templo erguem-se em separado
e o carvalho e o cipreste não crescem à sombra um do outro.”
Kahlil Gibran, O Profeta (1923)




4 comentários:
Fada!
A matéria não deve se sobrepor para que a essência, ou amor, tenha espaço para criar!
Isso me veio à cabeça enquanto lia o texto...são os famosos espaços em branco, os intervalos necessários...
Eu estou adorando vir aqui...sinto-me em casa!
Lindo!
beijo.
Astrid Annabelle
Querida Astrid, abencoada cabeca! :-)
Os nossos varios corpos precisam mesmo de espaco para se expressarem e respirar!
Venha, venha. Estou a dar os primeiros passos e todos os comentarios nesta fase sao mais do que preciosos! :-))
Um grande beijo*deFada
Olá Fada,
Sabes o que me veio à cabeça assim que li o teu lindíssimo texto?
Que o amor, é bem mais forte e intenso quando não se tocam! ;)
Jinhos
MariaPaula, meu texto nao, do Griban! :-)
Acho que a intensidade do amor depende da intencao com que se tocam... Se for Amor nao perdera nada com a proximidade. Digo eu.
Beijos**deFada
Enviar um comentário